quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Nos teus braços é o meu lugar - Capítulo 27

-Bem, tu sabes qe nós fomos de férias…
-Sim Gustav, desembucha!
-Sim, e a Sónia o Georg estavam sempre juntos e isso, então eu ia sempre sozinho para a praia, até se viam algumas fãs e dei autógrafos…
-GUSTAV!
-Ah desculpa, sim e no segundo dia, eu ia a mergulhar e quando vinha ao cimo de agua alguem cai em cima de mim, e quando abri os olhos, vi, vi-a…
-Gustav, é pah, e depois? Conta, conta.
-Sim, depois ela pediu-me desculpa e ficamos a conversar a beira mar, ela tem uns olhos lindos, verdes, um cabelo assim ondulado e mais ao menos da cor do teu, é linda…
-Mais… - Dizia eu, empolgadíssima para saber tudo, ele merecia tudo de bom.
-Depois ficamos a ver o pôr-do-sol, e convidei-a para irmos jantar, ainda hesitei, mas não resisti, ela aceitou, eu depois fui ao hotel tomei banho e fui busca-la.
-Oh, que querido, só o Tom é que, oqay esquece, conta.
-Sim, depois jantamos lá num restaurante muito bonita ao pé do mar, fui descobrindo que ela mora aqui na Alemanha, já tinha ouvido falar da nossa banda. Lá fomos algumas vezes interrompidos por fãs, mas fãs calmas.
-Boa Gustav e então?
-Depois fomos passear pela praia, e levei-a a casa, ia-me a despedir dela e demos um beijo.
-Oh Gustav. – Dizia eu encantada, ele era sempre tímido, se fosse o Tom, nem dava tempo para chegar ao quarto, era logo na praia, mas estávamos a falar do Gustav, um rapaz diferente, sempre gostei disso nele.
-Depois fui para o hotel, ainda a pensar nela. Não dormi nada, e no dia seguinte recebi uma mensagem dela que dizia: “ Gostei muito da nossa noite, as 11h na praia, no sítio onde nos vimos a 1ª vez”. Apressei-me a vestir e saí disparado, ainda tive qe esperar por ela, pois eu tinha ido cedo demais. Fomo-nos conhecendo, trocando contactos, e no ultimo dia, resolvemo-nos despedir, apenas com uma noite bem passada na praia, nada de extravagante, mas muito romântico.
Eu sorria enquanto ele me contava essas coisas, realmente ele era diferente, muito diferente. Sentia-me feliz por ele, por ele me ter contado, significava qe confiava em mim. E isso fez fortalecer a nossa ligação.
-Oh Gustav, e vais falar com ela certo? Se é daqui.
-Não sei.
-Sabes sim, vamos até lá dentro e ligamos.
-Obrigada Catarina. – Disse-me com um grande sorriso, ele confiava em mim, e eu nele.
-Oh, não sejas parvo, não tens de agradecer, eu sempre gostei muito de ti, és diferente dos homens todos, és querido e não pensas só em sexo, fazes coisas não só a pensar em ti.
Sorrimos os dois. Entramos em casa a rir-nos e fomos directos ao telefone, estavam todos a olhar para nós, mas não ligamos, pegamos no telefone e fomos para o quarto.
-Então Gustav, liga.
-Não tenho coragem.
-Oh liga lá.
-Sim, ok.
Ele lá marcou o número e ligou, eu estava sentada na cama a vê-lo andar de um lado para o outro, com um sorriso enorme estampado na cara, ainda estava a chamar, até que atenderam.
-Hallo. – Disse ele.
Do outro lado parece qe tinha percebido que era o Gustav, pois ele não teve qe dizer o nome.
Ele andava de um lado para o outro, e eu ficava sentada na mesmo, parecia que estava a terminar a chamada.
“Ich liebe dich, mein liebe. “ foi o que ele lhe disse assim qe desligou.
-Então, o que ela disse? – perguntei eu saltando da cama, com uma curiosidade gigantesca.

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