quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Loving you twice - Capítulo 16

- Sim, claro. - revirei os olhos.
- Hey, que foi? - perguntou Tom.
- Nada, nada...vou-me vestir na casa de banho.
- Oh, Ni, fogo... - fez carinha de cachorrinho abandonado.
Aproximei-me dele e beijei-o.
- Não me vou vestir aqui - disse ainda próxima dele.
- Qual é o problema? Veste-te lá...
- Está bem, mas tu não olhas!
- Okay, okay, okay! - respondeu com um sorriso.
- Estúpido - disse rindo e revirando os olhos.
Fiquei de um lado da cama e ele do outro. Fui-me despindo e vendo pelo canto do olho se ele estava a olhar. Vesti-me muito rápido e ele ainda não se tinha vestido, pois estava à procura da toalha dentro da mala. Deitei-me em cima da cama. Como ele estava de costas, nem deu por mim. Despiu-se e ia-se vestir quando deu por mim. Tapou-se de imediato.
- AAH! - berrou e esbugalhou os olhos. - Que fazes aí?
- Já me vesti - respondi com um sorriso.
- E não podias sair?
- Ainda vinha vento e te fazia frio - disse no gozo, mordendo o lábio.
Vestiu rapidamente os calções de banho.
- A menina quer festa? - perguntou-me com um sorriso maroto. Brincou com o piercing, mexendo-lhe com a língua.
- Aham - afirmei.
Veio para cima da cama, para cima de mim e beijou-me intensamente. Dei a volta e fiquei eu por cima dele. Soltei-lhe as rastas.
- Raawr! Que leão! - disse eu em tom de troça.
- Deixa as minhas rastas! - reclamou, fazendo beicinho e cobrindo as rastas com as mãos...ou parte delas.
- Estou a brincar contigo. - afirmei.
Beijei-o de novo.
- Anda daí - disse-lhe, levantando-me.
Pegámos nas toalhas e saímos do quarto.
- Ainda queres festa? - perguntou-me, parando atrás de mim, puxando-me pela cintura.
Beijou-me o pescoço e arrepiou-me. Senti a sua respiração e os seus lábios passearem pela zona do meu pescoço. Estaquei completamente.
- Pára com isso - disse baixinho, devido a perder as forças.
Puxou-me ainda mais para ele. Os nossos corpos estavam absolutamente colados. As nossas respirações tornaram-se mais intensas e mais ofegantes. Fechei os olhos. Senti as suas mãos passarem pelo meu corpo. Senti-me fraca. Por momentos senti-me fraca. Sem força nas pernas, a levitar. Mas rapidamente caí em mim e desejava-o. Virei-me para ele e coloquei o meu dedo indicador nos seus lábios.

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