segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Nos teus braços é o meu lugar - Capítulo 26

-Sim amor, tu és muito potente. – Disse eu.
-E tu tbm.
-Mas disso eu já sabia. – Disse e ri-me.
-Como?
-Já me tinhas dito oh estúpido.
-Ah ok.
Sorrimos os dois.
A Rita e o Bill já tinham aterrado, estavam neste momento na recepção do hotel. Já tinham as chaves, dirigiram-se para o elevador e depois para o quarto.
-Ai, estou muito cansada.
-Oh que pena, estava a ter umas ideias…- Dizia o Bill, encolhendo os ombros a Rii apressou-se a levantar da cama.
-Bem, mas se essas ideias forem boas, posso descansar noutra altura. – Dizia enquanto fazia festas no cabelo do Bill, que estava esticado.
-Sabes, podíamos ver assim, se a cama do hotel é boa?
Não foi preciso dizer mais nada, ela beijou-o, foram-se despindo até qe ele a atirou para a cama, e lá experimentaram a cama do hotel.
Os outros três estavam ainda no avião, o Gustav tinha adormecido, e o Georg teimava em lhe mandar gomas, porque agora não estava lá o Tom e o Bill quem sofria não era ele.
Estávamos todos felizes, estávamos com quem mais gostávamos. E assim foram passando as nossas férias, entre maluquices e sorrisos, beijos e brincadeiras. Tudo se passou, continuávamos todos juntos e unidos. Chegou o dia de eles chegarem das tão merecidas férias, e nós acabarmos com as nossas.
Estávamos os dois, sentados no sofá tentando aproveitar o resto de tempo. Até qe abrem a porta, e começa o barulho, soava a fim de férias.
-Olá Cá, que saudades. – Dizia a Rita e abraçava-me seguiu-se o abraço do Bill, depois um abraço muito apertado do Georg e um demorado com o Gustav.
-A Sónia? – Perguntei eu.
-Há, ela foi a casa dela arrumar as coisas. – Respondeu o Georg. O Tom abraçava o Bill como se não o visse há anos, dps o resto do pessoal. Olhei para o lado e o Gustav estava um bocado estranho, parecia em baixo.
-Bem, vocês tem muito para nos contar. – Disse.
- Pois é, mas primeiro vamos dormir um bocado. – Disse o Bill, e lá foram os 4 dormir, a Sónia tbm devia ter ficado em casa dela a dormir. Estava ansiosa qe eles acordassem, precisava de falar com o Gustav, ele parecia em baixo e eu tinha de ajuda-lo, ou pelo menos tentar.
Passou-se 1, 2, 4 horas e eles ainda não tinham acordado, o Tom tinha tbm adormecido, eu ia vendo televisão para ver se o tempo passava mais depressa. Finalmente, o Gustav desceu, aproveitei o facto de ainda tarem todos a dormir para ir falar com ele.
-Gustav podemos falar?
-Sim claro.
-Vamos até lá fora.
Chegamos ao jardim, eu ia dando voltas e voltas, porque não fazia a mínima ideia por onde começar.
-Diz de uma vez Cá.
-Bem, o que é qe tu tens?
-Como assim?
-Não tens de me contar nada, quer dizer eu nem devia estar a perguntar.
-Oh não digas isso, tens-te revelado uma grande amiga, e sabes bem que confio em ti.
-Ainda bem. Mas o que tens?

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