quinta-feira, 10 de julho de 2008

Nos teus braços é o meu lugar - Capítulo 6

- Vá meninos, vamos, deixem-me contar a ver se estamos todos. Chapéu, Tom. Cabelo curto, Gustav. Cabelo…
- Aii, despenteias-me!
- Ok, Georg. O Inconfundível, cabelo do Bill. Vá Vamos. – Dizia eu, fazendo-me de “mãe deles”. Chegamos ao aeroporto, eram 11/45, ainda ela não tinha chegado, o avião tinha-se atrasado, só chegava ao meio-dia. Estava super ansiosa, abraçada ao Tom, com um pé a saltitar.
- Meio-diiaaa, vamos nos aproximar. - Gritava eu puxando o braço do Tom e do Gustav. De repente vejo uma mala enorme, uns óculos de sol, e um pulso cheio de pulseiras, era ela.
- Riiita – Gritava eu, que nem uma louca, acenando com um braço.
- Catariiinaaa – Respondeu ela, correndo para mim. Chegamos uma a outra, ela largou a mala, abraçamo-nos quase durante meio século.
- Bem, tu já os conheces, mas eu apresento-te ao “vivo”.
- Este é o Tom.
- Sim Catarina, eu sei! – Disse ela com cara de tipo, não eu nunca os tinha visto! Disse-lhes os nomes e cumprimentara-se, quando chegou a vez do Bill, eu acho que ela estava de todas as cores.
- Eu sou, a a a a, Ritaa – todos nos rimos. Mas o Bill também estava diferente, notava se corado mesmo com os óculos. Eu e o Tom, topamos logo a cena, os outros também mas não dissemos nada. Estávamos no carro do Tom, eu não me calava, nem ela, contamos tudo de tudo o que se tinha passado nos últimos tempos. Chegamos a casa, estava a Daniela a limpar as coisas.
- Anda eu mostro-te a casa. - Ela veio comigo, o Saki carregava a mala dela, os outros estavam na sala.
- Bem aqui em baixo tens a sala, a cozinha e um W.C. – Subimos as escadas. – Aqui tens outro W.C, o meu quarto e o do Tom, o do Gustav, o do Georg e o do Bill, aqui vai ser o teu, ao lado do quarto do Bill. – Apontando quarto a quarto.
- Ao lado do quarto do Bill! – Disse ela meia a sonhar ainda.
- Sim, eu disse que era este, porque me lembrei logo disso.
- Vá, o Saki já mete ai a mala, e já vimos arrumar as tuas coisas, vamos lá para baixo ter com eles. – Puxei-lhe a mão.
- Olá meninos! – Gritei eu. Ela ainda estava um bocado envergonhada, sentou-se num canto, mas passado um bocado já falava e ria-se connosco. Eu estava mesmo feliz, tinha tudo ali o que queria, a minha Rita, os Tokio Hotel. E o meu menino, o Tom. Decidimos jogar ao Verdade ou Consequência, um jogo que eles desconheciam mas eu e a Rita explicamos e decidimos jogar. Primeiro calhou o Tom ao Georg, e ele escolheu pergunta.
- Hum, Georg, vá estamos entre amigos, diz lá, és gay não és? – Perguntou o Tom, todos nos rimos.
- Sim, sou – Disse o Georg abraçando o Tom. Bem o que rimos, aqueles dois juntos abusam.
- Vá, Vá, já chega, passa a outro. – Dizia o Tom tirando os braços do Georg de cima dele. Rodamos a garrafa, calhou a mim e ao Tom.

Sem comentários: