quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Dá-me o que tens - Capítulo 17

- E qe tal se fossemos a uma discoteca, pa descomprimir e dançar um bucado pa ver se animamos - dizia eu tentando anima-los

- concordo – disse ve’ve’ levantando.se

E la fomos nos já era um pouco tarde nem se lembramos de jantar. Ate ficamos admirados pelo Gustav não se ter lembrado de comer mas também não dissemos nada.

Chegamos la a discoteca tava cheia, os TH iam disfarçados para ninguem perceber qem eram. Conseguimos arranjar uma mesa qe chegasse para nos todos.

Dançamos um bucado e divertimonos bastante, mas havia sempre aqele clima um bocado tenso.

Fomos embora não tavamos com grande disposição.

Despedimonos deles fomos para a pousada.

O tempo ia passando faltava apenas um dia para eles irem embora, eu e a ve’ve’ estávamos tristíssimas, resolvemos ajudar a Ba’ e a Sara com as malas delas, durante algumas horas e depois fomos ter com o Gustav e com o Tom.

Por muito qe qisessemos aproveitar o resto do tempo qe tavamos juntos era sempre um pouco triste, porqe apesar de partirem so no dia seguinte nos em certa parte já estávamos a despedirnos deles.

- Sabes, eu acho qe não vou aguentar sem ti…- disse Tom

- Aguentas sim… vai ser muito difícil para mim amanha dizerte adeus, não qeria qe isto acontece.se mas tem qe ser.

- Vai comigo, por favor.- implorava ele

- Tom já te expliqei tudo não tornes mais difícil

- Okay, e mesmo muito difícil não sou capaz de perceber porqe, mas se não ah mesmo mais nada a fazer.

- Não não ah mesmo acredita.

Continuamos a tarde toda juntos, abraçados, não nos qeriamos largar nem por nada.

Jantamos os 8 juntos, e ai sim rimos um bucado sentamo-nos a ver tv jogávamos alguma coisa, conversávamos.

Adormecemos os 8 na sala e ficamos por la.

Chegou a terça-feira acordamos tomamos o peqenos almoço e nos fomos ate ah pousada tomar banho e trocar de roupa.

Fomos ate ao aeroporto, o dia estava cinzento, parecia qe ia chover, era adequado a nossa tristeza. No caminho ate la fui sempre de mão dada ao Tom não sabia o qe dizer, nem eu nem ele estávamos tristes não qeriamos qe aqilo acontecesse mas era inevitável.

Chegamos então ao aeroporto, começou a altura das despedidas. Resolvi despedir.me do Tom em último já qe era mais difícil.

- Ba’ , Sara divirtam-se ao máximo, curtam todos os momentos vivam aqilo, promentam-me - dizia eu entre lágrimas.

- Claro Xana vamos curtir aqilo sim – Dizia Sara

Abraçamo-nos fortemente.

Depedi-me do resto da banda, foi triste porqe éramos muito amigos.

Chegou a altura mais difícil, a despedida do Tom.

Ele nem falou nem me deixou falar, beijou-me e abraçou.me. as lágrimas escorriam-me pela cara estava muito triste e fraca. Olhei para ele. Ele também estava a chorar.

- Tom, acredito qe um dia nos voltaremos a ver, não me esqeças não esqeças aqilo qe passamos.

- Eu nunca vou esqecer nunca mesmo, isto e mais difícil do qe eu pensava.

- E sempre difícil mas vala não chores e eu também não. E não m qero despedir de ti com um “adeus” mas sim com uma “ate breve” pode ser ?

- Sim claro eu também não qero dizer “adeus”.

Foi dificílimo larga-lo mas ele tinha de ir . A Ve’ve’ tava de rastos chorava muito.

Demos a mão e a medida qe ele ia andando as nossas mãos iam-se separando. Nesse momento não me contive e chorei agarrada a Ve’ve’ estávamos muito tristes.

Fomos para a pousada fizemos as malas e fomos para a minha casa, já não fazia sentido estar em Lisboa.

Ela iria passar o resto das ferias de verão não minha casa, so nos compreendíamos a dor uma da outra , tal como o Tom e o Gustav compreendiam.

Voltamos para casa….

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