domingo, 14 de setembro de 2008

Dá-me o que tens - Capítulo 29

O jantar decorria animadamente, todos riamos, estávamos felizes finalmente não havia mais nada que nos pudesse separar, eu ficaria com o Tom, a Sara com o Bill, a Ve’ve’ com o Gustav e a Ba’ com o Georg.

Eu sentia-me feliz realizada, nunca tinha pensado que um dia iria ficar com o Tom, o meu ídolo o meu Deus, a pessoa a qual eu dedicava a minha vida mesmo que ele não me conhece-se não me sentisse ouvisse ou visse.

Finalmente tinha tudo o que queria, não queria mais nada apenas queria tar do lado do Tom, do lado das minhas amigas e o resto da banda.

- Esta tudo bem Xana? – Questionava-me Tom, pois eu tava abstraída nos meus pensamentos.

- Sim, esta tudo óptimo, estava so aqui a pensar, de como já não preciso de mais nada para ser feliz, tenho tudo o que queria, estou super feliz nem imaginas – disse eu com um sorriso.

Ele retribui-me o sorriso e beija-me. Ao mesmo tempo pensava, quero ir embora daqui quero ir dar uma volta com o Tom, quero estar so com ele conversar namorar basicamente.

Quando estávamos a sair do restaurante, todos estavam a ir para casa mas eu não queria, tinha o mesmo pensamento quero “desaparecer” com o Tom durante algumas horas.

- Tom não quero ir para casa – disse eu enquanto entrava dentro do seu Cadillac.

- Não? Não tas cansada da viagem, do jantar? – Dizia ele surpreendido.

- Não nada mesmo, mas se tiveres cansado podemos ir para casa, não me importo. – Disse eu

- Surpreendes-me cada vez mais, não eu não estou cansado, que queres ir fazer?

- Não sei qualquer coisa mas não quero ir para casa, disso tenho a certeza.

- Então já sei onde vamos – dizia ele com um sorriso matreiro.

- Okay, leva-me para onde quiseres menos para casa, não sei por que mas não me aptece nada ir para casa.

E levou-me, ate ah um sitio lindo perfeito, era um parque que tinha fechado, por não ser muito visitado mas o Tom sempre tinha adorado ir la.

- E chegamos, gostas ? –perguntava

- Se gosto, e lindo tão perfeito amo - dizia eu parecia uma autentica criança

Deitamo-nos na relva sentia-me tão bem ao seu lado.

Enquanto isso íamo-nos beijando e, eu ia tendo algumas recordações do que tínhamos passado tipo flashbacks



**** Flashbacks ****



Fiqie possessa tinha.me sujado toda qe vergonha, quando a pessoa qe tinha vindo contra mim me diz com uma voz doce: sorry.

Eu tinha ficado parva conhecia aqela voz de algum lado, quando disse meio a medo: Tom??

Ele olhou pa mim e vi mesmo qe era ele, ele olhou pa mim e fez o gesto de levar o seu dedo contra os lábios dele de como qem diz para não dizer nada





Enquanto estava sentada no seu colo e ele pacientemente tentava ensinar-me a tocar guitarra.

- Tipo Tom não vez eu não consigo eu troco os dedos todos e tenho as unhas grandes o que dificulta não achas.

- Va não sejas assim tu es capaz eu ajudo-te va põe o dedo aqui nesta corda e este naquela e agora eu vou-.te ajudando com a musica e com as cordas.

Dito isto começamos a tocar e a cantar ele cantava:



Ich will da nicht allein sein
Lass uns gemeinsam
In die nacht
Irgendwann wird es zeit sein
Lass uns gemeinsam
In die nacht

- Cantas tao bem Tom – dizia eu

- Va não gozes e toca – dizia ele

- Eu não tou a gozar, mas agora a serio e melhor seres tu a tocar porque as guitarras não gostam de mim



Estava em frente ao computador não pudia acreditar no que tinha lido, estava triste com raiva ate com vontade de bater no Tom, apesar de não estarmos juntos preferia que me tivesse dito.

- Gustav sou eu a Xana fiz-me passar pela ve’ve’ para saber era a única maneira que tinha desculpa kuss.



Ele sentou-se, percebi qe já estava a perder o medo e qe pudia tentar qe acontecesse alguma coisa entre nos.

- Sabes já tinha saudades de tar sentado ao teu lado a olhar as estrelas – enquanto dizia isso punha o seu braço em volta dos meus ombros.

- Eu também. Tom, qero dizer-te uma coisa….

- Diz, qero ouvir-te.

- Bem eu… Desculpa-me, mas eu tinha tanto medo, se calhar ate fui bruta para ti mas eu tinha medo entendes, não qeria desiludir-me outra vez so o pensar qe puderia ficar sem ti outra vez… ficava aterrorizada – baixei a cabeça – desculpa…

Pôs a sua mão por baixo do meu qeixo, levantou-me a cabeça olhou-me nos olhos:

- Tava a ver qe nunca mais dizias isso, eu amo-te e desta vez vamos ficar juntos nem qe tenha de ser contra a vontade de tudo e todos vamos ficar juntos. E sim ate foste um bucado bruta comigo

(….)





Chegamos ao seu quarto beijavamo-nos intensamente, já sabíamos o qe iria acontecer. Sentia-me tão bem com ele qe não tinha medo de me entregar a ele.



Nisto o meu pai bate porta, eu disse para entrar mas mal o conseguia olhar, estava mesmo muito zangada com ele.

- A tua mãe esteve a falar comigo.

- Sim já sabia.

- E fez-me perceber que tu não vais ficar aqui para sempre e que algum dia irias embora, mesmo que eu não quisesse…

Sabia que ele não queria dizer aquelas palavras, ele era do género eu e a minha irmã não podíamos ter ninguem para ele nos vivíamos com ele ate ele morrer.

- E também me disse que já fui adolescente e que já tive namoradas ate encontrar a pessoa certa, e que também queria viver a minha vida sozinho sem ninguem apenas com a tua mãe e com vocês.

- Sim… e queres dizer-me alguma coisa. – já esperava que pudesse vir um sim depois daquela conversa toda.

- E também me fez perceber que so estava a pensar em mim e que não te tava a deixar ser feliz com a pessoa que amas, porque, como disses-te não irias ser feliz aqui em casa. Por isso repensei na minha resposta, e podes ir para a Alemanha com o Tom.

****** fim dos flashbacks*************



No fim de pensar tanta coisa sabia que estava bem com o Tom nada nos pudia separar.

Fomos embora do parque íamos para casa. Mas algo de mau nos aconteceu.

Sem comentários: