Soa a viscoso, mas prova ser verdade no entanto: os Tokio Hotel cresceram e publicaram após duas gravações pré-adolescentes com “Humanoid” o primeiro álbum para serem levados a sério.É uma má maneira para se gostar desta banda. Quem de outra forma trabalhou com Sonic Youth ou Yo La Tengo na sua casa, para eles, Tokio Hotel, é a encarnação do quanto uma coisa comercial conta: uma péssima banda adolescente que nem sequer está permitida de tocar os seus próprios instrumentos. Prejudica, o qual deveríamos de dizer adeus, porque os nativos de Magdeburgo tem um passado a sua longa puberdade fabricando o seu novo álbum, o terceiro álbum de estúdio, “Humanoid” um rock extraordinariamente inteligente.
A primeira criação depois da pausa global difere imenso dos seus precedentes: não apenas a nível textual, os problemas conhecidos da adolescência (problemas com os pais, problemas com os amigos, problemas com a sua própria identidade) desapareceram com umas pequenas excepções, também musicalmente as canções parecem ser um pouco mais elaboradas e assenta na produção bombástica, execelente para o conteúdo.
O cenário de ficção cientifica, no qual o Bill Kaulitz fala nas suas músicas, é tão eficientemente programado com o seu estilo de homem-leão. Como se alguém tivesse juntado o que pertence juntamente: o frio e a indeferença desta banda é pressionado ao longo de “Humanoid” . Que bonito, resultou, porque os Tokio Hotel sempre tiveram musicalmente um grande plano visual – transportado para fora dos espaço e posto num mundo paralelo, o que deixa um pequeno espaço para os sentimentos humanos. Irá levar tempo até os media relevantes aceitarem o quarteto. Ainda existem prejudicações e julgamentos em que os Tokio Hotel são uns ranhosos bolseiros que saíram-se sem um perfil. No entanto, é difícil confrontar a sua mente aberta. “Humanoid” dá-nos razões suficientes para o fazer.
Tradução por: www.thzone.org
Fonte:http://blog.mtv.de/2009/10/platte-der-woche-tokio-hotel-humanoid/#more-4619
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